"El reino de Chile, sin contradicción, el más fértil de la América y el más adecuado para la humana felicidad" Manuel de Salas
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
Caminatas Fueguinos
quinta-feira, 17 de março de 2011
Chorrillanas
quinta-feira, 10 de março de 2011
Bebendo no Chile
:: amigos do blog ::
Para os abstêmios, uma recomendação: os chilenos gostam muito de açúcar e seus refrigerantes são mais doces. Há sucos naturais que podem ser feitos na hora ou vir da caixa - não há diferenciação no cardápio. Ao comprar água lembre que a natural (sem gás) tem tampa vermelha e a com gás leva a tampa azul, melhor ler o rótulo sempre. E como eles tomam bastante chá, o café geralmente é solúvel.
*Dica: prefira o tour em inglês ao visitar uma vinícola de grande porte para evitar a massa de turistas brasileiros, principalmente nos feríados.
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
Aluguel de Automóvel
| Com o Kia Morning que nos levou às casas de Neruda em Isla Negra e Valparaíso. |
| No meio da chuva, dando a volta em torno do lago Llanquihue no Toyota Yaris. |
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
Chegando a Santiago: Energia elétrica
A tensão da energia elétrica no Chile é 220v, o que normalmente não é problema, já que os equipamentos que costumamos levar em viagens (carregadores de celular, notebooks ou máquinas fotográficas, por ex.) geralmente são bivolt. Mas é preciso ter atenção se pretender comprar aparelhos eletro-eletrônicos.
O que pode causar alguma dor de cabeça é a tomada, com três pinos redondos em linha. (não confundir com a nova tomada de três pinos brasileira – essa só existe aqui).
Se a tomada dos aparelhos que levar na sua viagem for de pino redondo, tudo bem, vai funcionar. Se for de pino chato, vai precisar de uma adaptador – um “T”, ou benjamim, com pinos redondos e ranhuras chatas resolve e é possível encontrar adaptadores para comprar (mas não em qualquer esquina)
.
Agora, se o seu aparelho tem uma dessas tomadas brasileiras novas, leve um adaptador daqui.
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
Chegando em Santiago: Transporte
Chegando em Santiago: Câmbio
domingo, 10 de maio de 2009
La Chascona
quarta-feira, 6 de maio de 2009
Sobre as casas de Pablo Neruda
As três residências, cada uma com um jeito muito peculiar, foram transformadas em museus, mas conservam sua identidade original, ou seja, são casas: com banheiro, quarto, sala, móveis e muitos objetos, muitos mesmo, em seu interior. O único lugar ao qual não se tem acesso é a cozinha, em nenhuma das três. Dizem que Neruda considerava a cozinha de uma casa seu lugar mais íntimo, mais privado e, como em vida não deixava seus convidados compartilharem desse espaço, não seria agora que se abriria tal concessão.
Conhecer cada uma das casas - sobre as quais ficamos sabendo já bem perto de nossa ida, por meio de uma leitura apressada no sítio da UOL - converteu-se numa experiência de encantamento. É impossível, passando por cada cômodo não imaginar o quão divertido deve ter sido viver ali... e dá vontade de ficar... quase proprietários da casa. Como seres vivos, as casas têm nomes: La Chascona, fica em Santiago; La Sebastiana, em Valparaíso e a terceira em Isla Negra.
Em outro post contaremos como foi passar por cada uma delas...
terça-feira, 5 de maio de 2009
Vinhos e a luz de maio
Entre os passeios obrigatórios no Chile, deve-se visitar ao menos uma vinícola: mesmo que não goste de vinhos, o passeio vale a pena.
Escolhemos a vinícola Cousiño Macul. Embora a escolha tenha sido feita pelo vinho – sou apreciador do Antiguas Reserva Cabernet Sauvignon, o ambiente da visita foi também o que mais calhou com nossas preferências.
Tudo é bastante sóbrio na visita, sem afetações turísticas. A impressão é a de que se flagrou o local em pleno trabalho. Pode-se conhecer todo o processo de fabricação e visitar as antigas adegas subterrâneas, que são o ponto alto do passeio. Destaque para a reserva da família, com vinhos das melhores safras: é de dar inveja,
Uma dica: a vinícola é próxima da maioria dos hotéis (cerca de 20 minutos) e a visita, que dá direito a degustação de duas taças de vinho e a levar a própria taça para casa, pode ser comprada no próprio local por cerca de R$ 30. O tour, comprado no Brasil, sai por até US$ 50. Mais informações em http://www.cousinomacul.com, ou pelo telefone (56 2) 351 4135.
Fomos favorecidos por outra dose de sorte. Estivemos lá em maio de 2008. Nessa época do ano, em pleno outono, a luz é muito bonita e o ambiente todo ganha um ar mágico, com o chão coberto de folhas.




